Romeu Zema, pré-candidato do Novo à Presidência, apresentou seu plano econômico em entrevista ao g1 e à GloboNews, defendendo um pacote agressivo de privatizações com a Petrobras em primeiro lugar. O ex-governador de Minas Gerais citou o exemplo de sua gestão estadual, onde privatizou 118 empresas, como base para suas propostas no âmbito federal.
Na agenda fiscal, Zema propõe um “choque” na área de finanças públicas com impacto de R$ 1 trilhão, além de reforma administrativa, reforma previdenciária e melhorias nos programas sociais. Questionado sobre não ter concluído a privatização da CEMIG durante seu mandato estadual, o político argumentou que faltavam alianças políticas e que, como presidente, teria maior capital político para viabilizar as medidas.
Sobre relações internacionais, Zema afirmou que retaliaria os Estados Unidos em resposta às tarifas impostas ao Brasil, caracterizando o presidente americano como uma figura imprevisível. O candidato também se posicionou contrário à adoção de medidas de segurança como as implementadas em El Salvador, mas defendeu uma intervenção federal permanente na segurança pública do Rio de Janeiro.
Com informações de g1.globo.com.