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TSE define regras para deepfakes em campanhas eleitorais

O Tribunal Superior Eleitoral fixou critérios para lidar com deepfakes e conteúdos sintéticos produzidos por inteligência artificial em campanhas eleitorais. A decisão estabelece que esses materiais só são considerados irregulares quando configuram propaganda eleitoral.

A corte traçou uma linha entre o conteúdo gerado por IA que viola regras eleitorais e aquele que não incorre em restrições. O foco é determinar se há intenção de promover candidatos ou partidos através do material sintético.

O caso envolvendo um ex-presidente foi fundamental para que o tribunal definisse essas diretrizes. A criação de parâmetros busca orientar campanhas e eleitores sobre o que é permitido e proibido quando se trata de conteúdos criados por ferramentas de inteligência artificial durante períodos eleitorais.


Com informações de poder360.com.br.

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