Um levantamento mostrou que a população ainda considera palmada como ferramenta de correção e não como ato violento. A percepção generalizada sobre o castigo físico infantil reflete uma realidade que vai além de simples questões comportamentais.
A pesquisa aponta que a sobrecarga das mães é um fator determinante para a manutenção dessa prática. Além disso, crenças culturais enraizadas na sociedade contribuem para a naturalização do castigo físico como método educacional.
A falha na atuação de serviços públicos também aparece como elemento crucial no problema. A omissão de políticas de proteção e orientação às famílias deixa espaço aberto para que práticas violentas continuem sendo reproduzidas geracionalmente.
Com informações de poder360.com.br.