O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, comunicou planos para uma possível libertação de aproximadamente 46 mil presos. A soltura seria realizada de forma antecipada e condicional, inserida no contexto da ofensiva governamental contra organizações criminosas no país.
A política de segurança salvadorenha ganhou repercussão internacional, especialmente entre grupos conservadores. No Brasil, políticos de direita, como Flávio Bolsonaro, utilizaram o modelo como referência ao discutir estratégias de combate ao crime organizado.
Os detalhes sobre critérios, prazos e condições específicas para a soltura dos presos não foram divulgados na fonte, mas a medida representa um desdobramento da operação contra as gangues que marcou a gestão de Bukele.
Com informações de poder360.com.br.