Enquanto muitos ainda associam avós a rotinas quietas e domésticas, duas moradoras do Guará provam o contrário. Lucimar Lima, de 54 anos, transformou sua vida após a morte do marido, trocando o bordado e as atividades na igreja por aventuras que incluem trilhas de 100 quilômetros e saltos de paraquedas. O presente de Dia das Mães que recebeu dos filhos – um salto – se tornou o primeiro de vários, e hoje ela coleciona também pescarias com amigos e planos para mergulhos em mar aberto.
Janett Silva, também do Guará e com 84 anos, escolheu outro caminho para se reinventar. A bisavó aderiu à tecnologia como forma de ampliar horizontes, usando diariamente tablet, celular e notebook. Ela pesquisa receitas na internet, mantém contato com amigos no Rio de Janeiro pelo WhatsApp e navega pelas redes sociais desde a época do Orkut, provando que nunca é tarde para se conectar.
Ambas compartilham a convicção de que envelhecer não é sinônimo de encerramento. Lucimar enfatiza a importância da determinação e força de vontade, enquanto Janett vê a tecnologia como ferramenta essencial para manter-se atualizada e próxima de quem ama. Suas histórias refletem uma geração de avós do Distrito Federal que está redefinindo o que significa essa fase da vida.
Com informações de g1.globo.com.