O presidente do PL caracterizou como guerra política os ataques direcionados à sigla, alegando que o governo estaria desesperado diante de indicadores econômicos negativos. Conforme o dirigente, a alta da inflação de alimentos estaria por trás da estratégia de pressão contra o partido.
O presidente também citou resultados de pesquisas eleitorais que apontariam desempenho favorável a candidatos de sua bancada como fator que explicaria a intensificação de críticas vindas do governo.
Em relação às emendas parlamentares, o dirigente negou que o partido operasse um sistema de cotas. De acordo com sua avaliação, a atuação limita-se a orientações baseadas em demandas apresentadas por prefeitos que procuram a legenda.
Com informações de poder360.com.br.