A paralisação dos vigilantes dos hospitais do Distrito Federal chegou ao Hospital Regional de Taguatinga na noite de terça-feira. Conforme relatos de pacientes que estavam na unidade, o atendimento foi interrompido logo após os profissionais deixarem o prédio, com fechamento de salas e queda de internet.
A aposentada Maria Aparecida Santana presenciou a situação: assim que os vigilantes saíram, os médicos cessaram as atividades. Uma pediatra que atendia no momento foi obrigada a parar. A categoria reivindica aumento de 6,5%, reajuste no vale alimentação e fim das contratações por hora, segundo o diretor do sindicato dos vigilantes Carlos Alberto de Oliveira, que afirma que essa modalidade prejudica trabalhadores mensalistas.
A Secretaria de Saúde informou que reforçou a segurança com o 1º Batalhão da Polícia Militar nas unidades e atribuiu atrasos no atendimento a problemas no sistema Trackcare, não à greve. Em outros hospitais do DF, como no Paranoá e Ceilândia, pacientes também relataram suspensão de serviços e tentativas de invasão ao prédio.
Com informações de g1.globo.com.