A Polícia Civil investiga o desaparecimento de um bebê de apenas 12 dias que saiu de um quarto da maternidade do Hran na terça-feira. A criança estava internada para tratamento quando foi levada durante o período em que sua mãe, uma jovem de 19 anos, aguardava atendimento no corredor. Testemunhas apontam que uma mulher de vestido florido pode estar envolvida no desaparecimento.
O sequestro ocorreu em meio a um “dia de beleza” no hospital, quando pacientes recebem serviços de manicure, cabeleireira e maquiagem. A mãe estava próxima ao quarto quando percebeu que o bebê havia desaparecido. De acordo com a direção, a criança seria submetida a um procedimento de retirada de acesso venoso e receberia alta no dia seguinte.
O hospital possui 28 câmeras de segurança espalhadas pelas dependências, sendo seis delas instaladas na maternidade no segundo andar. Porém, nenhuma delas grava imagens – funcionários fazem apenas o monitoramento em tempo real. A direção informou estar em processo de licitação para ativar a gravação, impedida por uma decisão do Tribunal de Contas do Distrito Federal.
A Polícia Civil divulgará características da suspeita e um retrato falado até o final do dia. O Disque Denúncia (197) recebe informações sobre o caso, que será investigado pela Divisão de Repressão ao Sequestro.
Com informações de g1.globo.com.