A Polícia Civil investiga o desaparecimento de um recém-nascido de 12 dias ocorrido nesta terça-feira (6) no Hospital Regional da Asa Norte. Segundo o diretor-geral do Hran, José Adorno, a criança estava em um quarto de alojamento conjunto quando desapareceu durante uma tentativa de retirada de um acesso venoso. A mãe, uma jovem de 19 anos, aguardava em fila no corredor e relatou aos funcionários ter visto uma mulher de vestido florido próximo ao quarto antes de perceber o desaparecimento.
O sequestro ocorreu em meio a um “dia de beleza” na instituição, quando pacientes recebiam serviços de manicure, cabeleireira e maquiagem. A direção do hospital admitiu o ocorrido, mas não soube esclarecer como a criança foi retirada da unidade. O bebê nasceu na Estrutural e estava internado para tratamento, com previsão de alta para quarta-feira (7).
A segurança do Hran conta com 28 câmeras instaladas e 17 vigilantes por turno, mas nenhuma delas grava imagens – apenas monitoram em tempo real. Conforme relatório do Tribunal de Contas do Distrito Federal de 2016, as 20 câmeras instaladas no Hran nunca funcionaram por falta de infraestrutura adequada, como equipamentos para interligar os aparelhos aos servidores. A Polícia Civil divulgará um retrato falado da suspeita e pede informações pelo Disque Denúncia 197.
Com informações de g1.globo.com.