A corrida presidencial ganhou novo ingrediente: a rejeição. Conforme aponta levantamento, um terço dos eleitores que têm voto definido chegam até o candidato pela eliminação dos concorrentes, não pela adesão genuína a propostas ou perfil. Em um cenário onde a disputa permanece equilibrada, essa dinâmica pode ser decisiva nos próximos passos da campanha.
Para os candidatos, a mensagem é clara: reduzir a taxa de rejeição virou prioridade tanto quanto expandir aprovação. Quanto menor o índice de rejeição, maior a chance de angariar votos de indecisos e também daqueles que ainda escolhem por eliminação. A estratégia de campanha que ignorar esse fator pode perder espaço.
Nem tudo é rejeição, porém. Seis em cada dez eleitores afirmam que sua escolha presidencial será baseada em propostas. O fator ideológico e programático segue relevante para parcela significativa do eleitorado, mantendo aberto o debate sobre agendas e planos de governo.
Com informações de poder360.com.br.