O Taguacenter, um dos maiores centros comerciais do Distrito Federal, acumula problemas estruturais que incomodam quem trabalha no local. Calçadas quebradas, ausência de vagas de estacionamento nos horários de pico e falta de faixas de pedestre são as principais queixas de funcionários da região, que alertam para os riscos envolvidos na circulação de idosos e crianças no espaço.
Um projeto de requalificação urbana e mobilidade foi elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF e aprovado pelo GDF. O plano prevê novas calçadas para pedestres e ciclistas, áreas verdes, uma praça central e mais estacionamentos. Após aprovação, o documento foi encaminhado à Secretaria de Obras e Infraestrutura e publicado no Diário Oficial do Distrito Federal no dia 31 de dezembro de 2024. Porém, até agora, as obras ainda não começaram.
Stephanie Souza, que trabalha no polo em Taguatinga, relata quedas frequentes de idosos causadas pelas irregularidades das calçadas. Adelmar dos Santos, funcionário há 15 anos no Taguacenter, aponta ainda o acúmulo de lixo e entupimentos de esgoto como problemas recorrentes. A demora no início das obras gera desconfiança entre os trabalhadores sobre a concretização do projeto.
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano argumenta que a requalificação em uma área consolidada como o Taguacenter requer estudos técnicos extensos, incluindo levantamentos topográficos, análises de drenagem e infraestrutura existente, para evitar problemas e paralisações futuras durante a execução.
Com informações de jornaldebrasilia.com.br.