📍 Brasília, DF

Avós do Guará quebram estereótipos com vida ativa

Lucimar Lima, 54 anos, moradora do Guará, está reescrevendo o que significa ser avó. Depois de trabalhar como digitadora no serviço público e vivenciar a morte do marido, ela decidiu sair da rotina entre o bordado e atividades na igreja para buscar novos desafios pessoais. Hoje, coleciona experiências que surpreendem: já completou uma trilha de 100 quilômetros no Espírito Santo, pratica pesca com amigos e começou no paraquedismo após receber o convite dos filhos como presente.

A avó de duas meninas, de 6 e 7 anos, já saltou de paraquedas três vezes e afirma que suas netas a consideram inspiradora. Com determinação como ponto forte, Lucimar planeja próximas aventuras, incluindo um mergulho em mar aberto. “Tem que ter determinação, empolgação e força de vontade, mas esses são meus pontos fortes. Isso tudo alimenta o coração”, reflete.

Lucimar não está sozinha nessa transformação. Também moradora do Guará, Janett Silva, de 84 anos, abraçou a tecnologia como forma de se manter conectada. A bisavó utiliza tablet, celular e notebook diariamente, faz cursos de informática básica e busca receitas na internet, além de manter contato com cerca de 15 pessoas pelo WhatsApp.


Com informações de g1.globo.com.

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