📍 Brasília, DF

Avós do Guará quebram estereótipo com esporte e tecnologia

Enquanto muitos associam avós à rotina tranquila e sem grandes desafios, três moradoras do Guará estão escrevendo uma história diferente. Lucimar Lima, de 54 anos, dona de casa e avó de duas meninas, trocou a vida convencional dividida entre bordados e trabalhos na igreja por experiências radicais. Ela já percorreu uma trilha de 100 km no Espírito Santo, pratica pesca com amigos e surpreendeu a si mesma ao saltar de paraquedas – experiência que se repetiu mais duas vezes desde então.

A determinação de Lucimar vai além do presente. Ela tem mergulho em mar aberto na lista de desejos e garante que não pretende parar. “Tem que ter determinação, empolgação e força de vontade”, afirma, vendo suas netas como fonte de inspiração para continuar buscando novos desafios. Para ela, essas experiências alimentam muito mais que o corpo: tocam o coração.

No mesmo distrito, Janett Silva, de 84 anos, prova que a tecnologia não é privilégio de jovens. A bisavó usa diariamente tablet, celular e notebook, busca receitas na internet, mantém contato com cerca de 15 pessoas via WhatsApp e frequenta redes sociais desde a época do Orkut. Já Rúbia Santos, de 63 anos, concilia cuidados com netos com treinos intensos de triatlo sete dias por semana, mirando participar do Circuito Mundial Ironman nos Estados Unidos como única brasileira classificada em sua categoria.

As três compartilham um denominador comum: inspiram quem está perto delas. As netas de Lucimar dizem querer ser como a avó. Os netos de Rúbia a veem como exemplo. E Janett segue conectada com a família e amigos, provando que idade é só um número quando há disposição e curiosidade pelo que a vida oferece.


Com informações de g1.globo.com.

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