O ministro da Fazenda descartou a viabilidade de uma proposta que previa destinar R$ 200 bilhões de recursos federais para a compra de dívidas da população, com períodos de carência que poderiam chegar a um ano.
Em resposta ao tema, o titular da pasta argumentou que questões relacionadas ao endividamento não podem ser resolvidas por mecanismos simplistas ou sem fundamentação econômica adequada.
A posição reflete a avaliação da equipe econômica de que alternativas desse tipo não representam soluções estruturais para o problema do endividamento das famílias brasileiras.
Com informações de poder360.com.br.