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MC Pipokinha condenada por apresentação com conteúdo sexual

A Justiça condenou MC Pipokinha, nome artístico de Doroth Helena de Sousa Alves, e outras quatro pessoas envolvidas na realização do evento “Esquenta do Magrão” em Corumbá, Mato Grosso do Sul, ao pagamento de R$ 162,1 mil por danos morais coletivos. A condenação ocorreu após a cantora fazer uma apresentação com conteúdo sexual explícito em espaço público, com plateia que incluía adolescentes de cerca de 14 anos.

Com 28 anos e natural de Santa Catarina, a artista ganhou destaque no funk de rua conhecido como “mandelão”, estilo marcado por letras ousadas e performances com movimentos sexuais e forte interação com o público. Músicas como “Bota na Pipokinha” e “Tira as Crianças da Sala” ajudaram a projetar sua carreira. A cantora descreve suas apresentações como um espetáculo teatral onde a música funciona como roteiro, com dançarinos que interagem com voluntários da plateia.

Pipokinha já enfrentou outras polêmicas além da condenação. Sua conta no Instagram foi suspendida em setembro de 2022 por violar diretrizes comunitárias sobre conteúdo sexual, levando-a a entrar na Justiça. Ainda em 2023, a artista teve sete shows cancelados após fazer vídeo debochando dos salários de professores. Atualmente representa a produtora Novo Império e trabalha com o empresário Wagner Magalhães, conhecido por dirigir carreiras de artistas do funk.


Com informações de g1.globo.com.

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