Alexandre Schwartsman, que integrou a diretoria do Banco Central durante o primeiro mandato do presidente Lula, acende o alerta sobre os riscos de recessão caso não haja ajuste nas contas públicas. O economista reforça a importância de medidas de contenção de gastos para o equilíbrio fiscal.
Na avaliação do ex-integrante da autarquia, um corte estrutural de despesas teria reflexos positivos no cenário macroeconômico. Segundo Schwartsman, a redução de gastos públicos criaria espaço para queda nas taxas de juros, efeito que poderia impulsionar o crescimento do Produto Interno Bruto.
A posição de Schwartsman se insere no debate sobre o rumo da política fiscal brasileira, com especialistas divididos sobre as prioridades entre austeridade e investimento. O economista situa-se entre aqueles que priorizam o controle das despesas como ferramenta essencial para evitar cenários recessivos nos próximos períodos.
Com informações de poder360.com.br.