A história da Belga começou como muitas outras: amigos do colégio Setor Oeste, na Asa Sul, que resolveram fazer música como passatempo. O baixista Igor Nolasco e o vocalista Gabriel Forster se conheciam desde os primeiros anos de escola e, anos depois, transformaram aquela amizade em uma banda de rock alternativo que hoje disputa o Brasília Independente 2018.
O grupo despontou em 2013 com o lançamento do “Belga EP”, um disco que reunia histórias dos integrantes. O trabalho rendeu dois videoclipes e chamou a atenção da cena musical local. Desde então, a banda dividiu palco com nomes como Fresno e tocou em festivais pelo país. Em 2017, lançaram o “Âmbar EP”, com som mais maduro, que abriu portas para apresentações em outras cidades, como Campo Grande, Rio de Janeiro e Luís Eduardo Magalhães.
O diferencial da Belga está na produção independente. Os integrantes cuidam de tudo: desde a composição das músicas até a produção de artes e gestão de agenda. Enquanto isso, seguem com outras profissões durante a semana. A inspiração vem do pintor belga surrealista René Magritte, refletida nas letras que falam de histórias vividas e emoções fortes.
Nolasco garante que aquilo é só o começo. O grupo quer levar o som para mais cidades do Brasil, explorando também misturas entre rock, pop e eletrônico. “A música é algo que as pessoas sempre escutam, que se encaixa em todos os públicos”, afirmou o baixista.
Com informações de g1.globo.com.