A presença feminina nos tribunais superiores brasileiros fica muito aquém da proporção de mulheres na magistratura. Enquanto elas somam 22% dos postos em cortes de cúpula, a representação na magistratura ativa chega a 40,1%.
Os números revelam um cenário de desigualdade estrutural no Poder Judiciário. Das 7.563 magistradas em atividade no país, poucas conseguem avançar para as posições mais altas da hierarquia judicial.
Os dados foram divulgados pelo Painel Justiça em Números, ferramenta do Conselho Nacional de Justiça que monitora indicadores sobre a magistratura brasileira. O levantamento expõe como carreiras jurídicas femininas encontram barreiras significativas na progressão para instâncias superiores.
Com informações de poder360.com.br.