O Rock in Rio contará com um esquema de segurança sem precedentes, mobilizando 7.680 agentes de diferentes órgãos. A Polícia Militar fornecerá 4.500 policiais, enquanto a Polícia Civil alocará 1.740 profissionais. Bombeiros, agentes da Lei Seca e do programa Segurança Presente completarão o efetivo, garantindo cobertura em todas as áreas do evento e seu entorno.
Uma das principais novidades é o centro de controle aéreo dedicado ao monitoramento de drones não autorizados. O secretário de Segurança Pública alertou que operadores de aeronaves não tripuladas poderão ser identificados e responsabilizados administrativa e criminalmente. Também será utilizado um carro de comando equipado com tecnologia de reconhecimento facial e de placas veiculares, além de 152 câmeras com identificação biométrica espalhadas pela Cidade do Rock.
A operação inclui 16 pontos de bloqueio para controlar o acesso a áreas restritas, uma delegacia completa instalada no local e seis pontos de atendimento ao público para registro de ocorrências. Agentes especializados em combate ao furto de celulares atuarão discretamente entre o público durante os shows. Complementando as ações estatais, a organização do festival disponibilizará 1.600 profissionais de segurança privada.
Conforme estudo da Fundação Getulio Vargas, o evento deve atrair mais de 100 mil pessoas por dia e movimentar R$ 3,3 bilhões na economia carioca.
Com informações de g1.globo.com.